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	<title>Science Fiction BR</title>
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	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:55:47 +0000</pubDate>
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		<title>Caprica: tudo o que Matrix deveria ter sido</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rsetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Antes que os fãs de Matrix me atirem aos leões, vou deixar claro uma coisa: eu também sou fã de Matrix. Então este post não é nenhum ataque à trilogia dos irmão Wachowski. Mas tomos temos que concordar que a idéia original do primeiro filme, sobre as questões e conflitos entre um mundo real e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Antes que os fãs de Matrix me atirem aos leões, vou deixar claro uma coisa: eu também sou fã de Matrix. Então este post não é nenhum ataque à trilogia dos irmão Wachowski. Mas tomos temos que concordar que a idéia original do primeiro filme, sobre as questões e conflitos entre um mundo real e um mundo virtual, ficou de fora nos dois últimos. O segundo filme é um mero filme de ação e o terceiro a busca de um messias prometido, que podia estar presente em qualquer outro filme.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-567" title="caprica2" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/caprica2.jpg" alt="caprica2" width="620" height="220" /></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>Depois disso, muitos outros filmes e séries tentaram explorar o tema. Talvez o mais recente tenha sido Substitutos (Surrogates) que, aliás, foi muito bem feito.</p>
<p>E por que estou trazendo tudo isso num post sobre Caprica? Porque a nova série, que mostra os eventos que antecedem a sensacional Battlestar Galactica, explora esse mesmo assuno. Dessa vez, com maestria.</p>
<p>De novo o tema aqui é máquinas contra humanos, mundo real contra mundo virtual. O que muda nessa série frente a todas as outras tentativas é que, assim como a série Galactica, o foco está nos personagens e não na tecnologia. O futurismo da cidade Caprica passa quase como um pano de fundo se misturando com um passado meio nostalgico (um pouco de Chicago dos anos 30).</p>
<p>Três histórias correm paralelamente. Zoe Graystone, filha do cientista Daniel Graystone, teve seu avatar, uma cópia de si mesma num mundo virtual onde jovens fazem literalmente de tudo, transferido para o corpo de um robô, um Cylon, que seu pai acabou de inventar. A Zoe real, morre já no primeiro episódio em um atentado terrorista em um trem.</p>
<p>Neste mesmo trem morre Tamara Adama, filha de Joseph Adama, que também tinha um avatar completo de si no mundo virtual. O avatar de Tamara, por outro lado, fica preso de vez nesse mundo e começa a moldá-lo e transformá-lo da mesma forma que Neo o faz em Matrix.</p>
<p>Por fim, a crítica religiosa aparece com um culto, responsável pelo atentado, que adora um deus único e é capaz de tudo para espalhar sua palavra.</p>
<p>Essas três narrativas aos poucos vão se cruzando e, o fim, todos sabemos: Cylons, Galactica e o futuro da humanidade em jogo. Apesar de ainda estar muito no começo, podemos ver alguns elementos interessantes. O irmão de Tamara Adama é, ninguém menos que William Adama (ele mesmo!) na história ainda com cerca de 10 anos de idade. A fixação de uma ceita que acredita em um deus único e a raiva que a pequena Zoe está criando aprisionada dentro de um Cylon já nos dá algumas pistas.]</p>
<p>Enfim, vale a pena assistir. Como eu disse, a série é tudo que Matrix deveria ter sido&#8230; E um pouco mais.</p>
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		<title>A Estrada e O Livro de Eli chegam ao Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 02:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rsetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Apenas uma notícia rápida para começar 2010, depois da longa ausência do começo do ano. Os filmes pós-apocalípticos, O Livro de Eli e A Estrada chegam aos cinemas brasileiros, em 19 de março e 9 de abril, respectivamente.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas uma notícia rápida para começar 2010, depois da longa ausência do começo do ano. Os filmes pós-apocalípticos, O Livro de Eli e A Estrada chegam aos cinemas brasileiros, em 19 de março e 9 de abril, respectivamente.</p>
<p><img class="size-full wp-image-560 alignleft" title="84442" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/84442.jpg" alt="84442" width="260" height="365" /><img class="alignright size-full wp-image-561" title="138087" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/138087.jpg" alt="138087" width="260" height="365" /></p>
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		<title>Book of Eli no 2o lugar das bilheterias nos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 22:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcafaro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Segundo a Nielsen EDI, Book of Eli, com Denzel Washington, está em segundo lugar nas bilheterias americanas atrás apenas de Avatar. Book of Eli estreou no dia 14 e chega ao Brasil dia 18 de Março, com o título Livro de Eli
Fonte: Uol
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a Nielsen EDI, <a href="http://www.sciencefiction.com.br/index.php/2009/12/the-book-of-eli-poster-e-trailer/" target="_blank">Book of Eli</a>, com Denzel Washington, está em segundo lugar nas bilheterias americanas atrás apenas de <a href="http://www.sciencefiction.com.br/index.php/2009/12/tudo-sobre-avatar-o-filme/" target="_blank">Avatar</a>. <em>Book of Eli </em>estreou no dia 14 e chega ao Brasil dia 18 de Março</strong><span id="more-552"></span>, com o título <strong>Livro de Eli</p>
<p>Fonte: <a href="http://cinema.uol.com.br/bilheterias/arquivo/2010/01/15/bilheteria-20100115-20100117.jhtm" target="_blank">Uol</a></p>
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		<title>Amor, ficção e crítica na obra-prima Um Estranho em uma Terra Estranha</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 03:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rsetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Em 1961, Robert Heinlein publicou a primeira versão do que viria a ser sua obra-prima: Stranger in a Strange Land. A história é uma crítica ferrenha à humanidade onde um homem criado por marcianos é trazido para a Terra e começa a aprender o que é ser humano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1961, Robert Heinlein publicou a primeira versão do que viria a ser sua obra-prima: Stranger in a Strange Land (em português, surpreendentemente, manteve-se o título Um Estranho em Uma Terra Estranha). Apesar dessa primeira edição ter sido severamente cortada pelos editores, que pediam um livro mais curto e que fossem tiradas algumas cenas que podiam chocar os leitores, foi essa versão de 1961 que, no ano seguinte, rendeu a Heinlein o Prêmio Hugo de ficção científica. Somente após a morte do autor, em 1988, sua esposa conseguiu que a versão original fosse publicada na íntegra, em 1991.</p>
<p>A história é uma crítica ferrenha à humanidade. Valentine Michael Smith é um ser humano nascido em Marte, filho de dois astronautas, depois de uma fracassada missão ao planeta vermelho. Lá ele é criado por marcianos, uma espécie tão diferente de nós que conceitos básicos como filosofia, religião, mentira e mesmo sexo não existem.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-540" title="strange" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/strange.jpg" alt="strange" width="274" height="426" />Michael é trazido para a Terra por uma segunda expedição e, a partir daí, começa a &#8220;aprender&#8221; como viver entre os seres humanos. As primeiras três partes do livro trazem a vida de Michael ao conhecer conceitos como dinheiro, propriedade, cidadania, governo, entre outros. O resultado é um olhar ingênuo sobre todas as estruturas que regem nossa sociedade atual.</p>
<p>Ao final da terceira parte, o Homem de Marte entra em contato com algumas religiões e com o conceito de Deus, começando uma crítica inacreditável de tão dura e sincera às diversas religiões e à necessidade humana de se entregar à fé cega.</p>
<p>E ao mesmo tempo em que entende as diversas igrejas e suas manifestações divinas, Michael também conhece o sexo e os prazeres possíveis entre homens e mulheres. Aí, o autor deita e rola na forma de olhar a questão da sexualidade e o falso puritanismo de muitos povos.</p>
<p>Escrito no início do movimento hippie, fica fácil entender, como essa a crítica à sociedade, às religiões e ao sexo, fez de livro um sucesso tão estrondoso. A repercussão do livro foi tão grande que fez com que, por exemplo, o verbo &#8220;grokar&#8221; (no marciano, o mesmo que entender, compreender profundamente, unir-se) fosse acrescentado ao dicionário Oxford da Língua Inglesa.</p>
<p>No fim das contas, a história de Valentina Michael Smith, o Homem de Marte, é exatamente o que se espera de uma boa ficção científica. Um olhar diferente, inusitado e sincero sobre o futuro da humanidade. Imperdível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Something, Something, Something, Dark Side é lançado em DVD</title>
		<link>http://www.sciencefiction.com.br/index.php/2009/12/something-something-something-dark-side-e-lancado-em-dvd/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 18:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Something, Something, Something Dark Side coloca os personagens de Family Guy nos papéis do filme de George Lucas: Chris Griffin é Luke, Lois é Leia, Peter é Han, Brian é Chewbacca e a dupla Quagmire e Cleveland interpreta os robôs C-3PO e R2-D2. Como é tradição na série, há várias referências à cultura pop. Outras tiradas são familiares e específicas para quem acompanha as séries (tanto Star Wars como Family Guy). Como já é costume em Family Guy, não faltam situações absurdas e inesperadas, como Luke tendo que fazer uma escala antes de chegar a Dagobah para ver o recital de violino da sobrinha de R2-D2.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando, em 2007, a série <strong>Family Guy</strong> (no Brasil com o péssimo título &#8216;Uma família de pesada&#8217;) fez sucesso parodiando o primeiro <em>Star Wars </em>com o episódio <em>Blue Harvest </em>(veja o por quê do título <a href="http://www.sciencefiction.com.br/index.php/2009/05/a-colheita-azul/" target="_blank">aqui</a>), logo foi anunciado que a segundo filme, <em>O Império Contra-Ataca</em>, também seria satirizado. A greve de roteiristas atrasou a estréia, mas foi por fim lançado em DVD e Blu-Ray nos EUA o episódio <strong>Something, Something, Something Dark Side </strong>(&#8217;qualquer coisa, qualquer coisa, qualquer coisa, lado negro&#8217;), também com uma hora de duração.</p>
<p><object width="425" height="339" data="http://www.movieweb.com/v/VIkrSklloaZEnt" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VIkrSklloaZEnt" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.movieweb.com/v/VIkrSklloaZEnt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><img class="size-medium wp-image-533 alignright" title="familyguystarwars2_01" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/familyguystarwars2_01-202x300.jpg" alt="familyguystarwars2_01" width="202" height="300" />Como em <em>Blue Harvest</em>, <strong>Something, Something, Something Dark Side </strong>coloca os personagens de Family Guy nos papéis do filme de George Lucas: Chris Griffin é Luke, Lois é Leia, Peter é Han, Brian é Chewbacca e a dupla Quagmire e Cleveland interpreta os robôs C-3PO  e R2-D2. Como é tradição na série, há várias referências à cultura pop, inclusive algumas não muito óbvias para quem não é americano (como o ator que aparece no pântano em Dagobah parodiando as propagandas da seguradora AllState). Outras tiradas são familiares e específicas para quem acompanha as séries (tanto Star Wars como Family Guy), como por exemplo o momento em que um AT-AT na batalha de Hoth cai e fica um boooom tempo segurando o joelho e gemendo de dor, a faxineira Consuelo pedindo para Darth Vader comprar mais limpa-vidros para o Star Destroyer, ou as constantes referências a Alderaan. Como já é costume em Family Guy, não faltam situações absurdas e inesperadas, como Luke tendo que fazer uma escala antes de chegar a Dagobah para ver o recital de violino da sobrinha de R2-D2.</p>
<p> O próprio nome do episódio, na realidade, é mais uma referência a uma piada anterior na série. Num dos flashbacks absurdos de Peter, fala-se do dia em que o Imperador descobriu a fórmula para diálogos perfeitos em Star Wars: &#8216;qualquer coisa, qualquer coisa, qualquer coisa, <em>lado negro&#8230;</em> qualquer coisa, qualquer coisa, qualquer coisa, <em>completo&#8217;</em><em>. </em></p>
<p>Tecnicamente, o episódio é impressionante. Fãs perceberão a sincronia perfeita da música do episódio com o filme original, a reprodução fiel dos ângulos de câmera e a boa qualidade das naves feitas com ajuda de computação gráfica. E isso é parte do prazer de assistir o episódio.</p>
<p>No geral, <strong>Something, Something, Something Dark Side </strong>é para iniciados - é preciso gostar de Star Wars, de Family Guy e ter alguma exposição à cultura americana para entender todas as piadas. Não dá pra rolar de rir, mas dá pra se divertir.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Distrito 9: Velho, novo, diferente e obrigatório</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 17:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcafaro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Distrito 9 é um filme obrigatório e memorável, um clássico instantâneo. A melhor maneira de descrever o filme é como uma mistura de A Mosca com A Lista de Schindler, com um terceiro ato à la Exterminador do Futuro. Ou seja, não assista com seu sobrinho pensando se tratar de mais um 'Transformers'.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-524" title="district9_feature" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/district9_feature.jpg" alt="district9_feature" width="620" height="220" /></p>
<p>A campanha de marketing viral devia significar o de sempre: mais um blockbuster dos grandes estúdios com roupagem de Sci-fi destinado a arrecadar toneladas de dinheiro à custa de efeitos especiais, ação e leves traços de enredo.</p>
<p>Mas no caso de <strong>Distrito 9 </strong>(<em>District 9</em>), a realidade é bem diferente. É um filme obrigatório e memorável, um clássico instantâneo do Sci-Fi com lugar bem merecido entre gigantes como <em>Blade Runner</em>, <em>Alien </em>e <em>Matrix</em>. Não entenda com isto que <em>Distrito 9 </em>se parece a qualquer um desses filmes de maneira específica. Embora contenha elementos clássicos do gênero, a maneira mais precisa de descrever o filme é como uma mistura de <em>A Mosca </em>com <em>A Lista de Schindler</em>, com um terceiro ato à la Exterminador do Futuro. Ou seja, não assista com seu sobrinho pensando se tratar de mais um &#8216;<em>Transformers</em>&#8216;.</p>
<p>Surpreendentemente, <em>Distrito 9</em> se deu muito bem nos cinemas. Apesar de seu baixo orçamento e atores desconhecidos (o protagonista <em>Sharlto Copley </em>sequer era ator profissional), o filme faturou mais de US$ 200 milhões em todo o mundo.<br />
O DVD e Blu-Ray do filme foram lançados em 22/12/2009 nos EUA - uma ótima oportunidade de ver (ou rever) esta pérola.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-525" title="district9_poster" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/district9_poster-201x300.jpg" alt="district9_poster" width="201" height="300" />Na trama, uma nave alienígena chega inesperadamente a Johanesburgo em 1982 e fica ali, aparentemente avariada. Por fim, são encontrados nela cerca de um milhão de humanóides com características de artrópodes em situações precárias. Os &#8216;camarões&#8217;, como ficam logo conhecidos, recebem asilo na terra e são confinados ao Distrito 9, um campo de refugiados exclusivo para eles com condições mínimas de saneamento. Os &#8216;camarões&#8217; não parecem se importar. De fato, seu gosto por comer lixo só aumenta a repugnância dos humanos. Em Agosto de 2010, a corporação MNU é contratada para realocar o 1,8 milhão de extraterrestres para um novo campo afastado da cidade, o Distrito 10.<br />
Wikus van de Merwe, um bobalhão de escritório, é genro de um executivo da MNU e acaba ficando encarregado da operação. O primeiro ato do filme acompanha a ação de Wikus no Distrito, notificando os extraterrestres de seu despejo e explorando o estilo de vida dos alienígenas. É então que algo dá errado - Wikus acaba se expondo a uma substância contaminante e passa mal, muito mal. Isso desperta o interesse da MNU, que vê uma oportunidade de estudar a tecnologia dos extraterrestres e incorporá-la à sua linha militar.  Sem apoio de sua própria empresa, resta a Wikus buscar ajuda no último lugar que poderia encontrá-la - no Distrito 9.</p>
<p>Por trás do enredo pouco pretensioso, vemos a competente execução do diretor Neill Blomkamp, que optou por contar a história em tom de documentário. Distrito 9 provoca uma tempestade de emoções ao longo do filme. Repugnância, ódio, empatia, entusiasmo. Tudo é intencional - a forma encontrada pelo diretor de nos fazer questionar valores e preconceitos. Blomkamp apresenta de forma inteligente cada façcão na trama e conduz o espectador por uma inversão total de ponto de vista. Por fim, o diretor mostra pelas ações de cada um o que humanos e alienígenas realmente são.<br />
E, como essa descoberta feita no filme explica tanta coisa em nosso mundo real, a experiência é alarmante e assustadora. E por isso mesmo, obrigatória.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Avatar: mistura perfeita entre ficção e fantasia</title>
		<link>http://www.sciencefiction.com.br/index.php/2009/12/tudo-sobre-avatar-o-filme/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 01:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rsetti</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Antes de começar este post e dissecar os prós e contras do filme Avatar, é bom deixar claro uma coisa: a experiência é única, capaz de tirar o fôlego de qualquer um, principalmente se for visto em 3D. 
Agora, vamos aos fatos. A história do filme é um conto-de-fadas. Então não vá esperando enredos elaborados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Antes de começar este post e dissecar os prós e contras do filme Avatar, é bom deixar claro uma coisa: a experiência é única, capaz de tirar o fôlego de qualquer um, principalmente se for visto em 3D. <span id="more-453"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Agora, vamos aos fatos. A história do filme é um conto-de-fadas. Então não vá esperando enredos elaborados, mistério ou suspense, grandes revelações na trama. Não. O mocinho é mocinho desde o começo, o bandido é mau mesmo, a princesa é bonita, inocente e corajosa. E um tanto valente, num estilo Pocahontas do futuro. Num enredo tão “água com açúcar” por que, então, Avatar está fazendo tanto sucesso?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">Para saber a resposta é só olhar nos olhos de quem sai do cinema. E nos sorrisos. Apesar da obviedade da história, não há como não se apaixonar pelos personagens. Eles são bem escritos, bem definidos e bem explorados. Há tempo para tudo. Para conhecê-los, para entender seus dramas, seus sonhos, vê-los crescer e, por fim, se apaixonar.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Junto com esse clima de fantasia, o diretor James Cameron conseguiu criar um visual indescritível. Um planeta inteiro, com fauna e flora próprios, foi criado. E não foi apenas um grupo de bichos e plantas esquisitos. Tudo faz sentido no planeta Pandora. Da cor da pele dos nativos Na’vi até a bioluminescência das sementes das árvores. Tudo foi pensado, desenhado, praticamente esculpido no filme.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Para dar realidade a esse mundo, os efeitos especiais chegam a assustar de tão bons. Em primeiro lugar, a realidade dos movimentos dos personagens chega a nos dar a impressão que algumas cenas em Pandora foram filmadas com máscaras e não feitas por computador. Mas não se engane: tudo em Pandora é virtual. Não apenas isso, mas os cenários não parecem animação. De cachoeiras enormes a pequenos mosquitos. Tudo parece real.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Por fim, mas não menos deslumbrante, está a tecnologia 3D. Muitos mais do que objetos colocados um na frente do outro, o 3D é real. Superfícies curvas, circulares, mudança de foco, está tudo lá.</span></p>
<p><span style="line-height: 115%; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;">Por tudo isso, vá assistir Avatar. E vá ao cinema. Não espere sair em DVD ou Blue-Ray. E veja em 3D. Por talvez agora o cinema tenha achado uma forma de voltar a valer realmente a pena, comparado com assistir o filme em casa.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>The Book of Eli: pôster e trailer</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 18:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rsetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques da Semana]]></category>

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		<category><![CDATA[apocalipse]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão disponíveis o pôster oficial e os trailers do filme The Book of Eli. Segundo o site oficial, a estréia está marcada para 15 de janeiro de 2010. Ainda não há, até agora, nenhuma confirmação da estréia do filme no Brasil. Veja o pôster e o link para os trailers abaixo
Os diretores são os, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estão disponíveis o pôster oficial e os trailers do filme<em> The Book of Eli</em>. Segundo o site oficial, a estréia está marcada para 15 de janeiro de 2010. Ainda não há, até agora, nenhuma confirmação da estréia do filme no Brasil. Veja o pôster e o link para os trailers abaixo<span id="more-502"></span></p>
<p>Os diretores são os, relativamente desconhecidos, irmãos <em>Hughes</em>, especialistas em filmes de suspense/terror onde predominam temas religiosos como céu, inferno, etc. Os papéis principais ficam com <em>Denzel Washington</em> e <em>Mila Kunis</em> (atriz da série de TV <em>That 70&#8217;s Show</em>).</p>
<p>Olhando o trailer a impressão é de um filme pós-apocalíptico sem grandes novidades. A não ser que haja alguma boa história por trás do livro, é capaz que fiquemos na mesmice de &#8220;um homem solitário andando pelo mundo depois de uma guerra nuclear&#8221;. Pelo menos não esperamos nenhum zumbi como em <em>Eu Sou a Lenda</em>.</p>
<p><a href="http://http://thebookofeli.warnerbros.com/" target="_blank">Clique aqui para ver o site oficial do filme</a>. Ou veja um dos trailers abaixo.</p>
<p><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/JKfZrbS79To&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JKfZrbS79To&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-500" title="book-of-eli-poster" src="http://www.sciencefiction.com.br/wp-content/uploads/book-of-eli-poster.jpg" alt="book-of-eli-poster" width="550" height="815" /></p>
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		<title>O que realmente é ficção-científica?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rsetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques da Semana]]></category>

		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>

		<category><![CDATA[futuro]]></category>

		<category><![CDATA[gênero literário]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta talvez seja uma das perguntas mais dificeis de se responder, quando se trata de classificar esse gênero literário. Recentemente me deparei com um excelente artigo sobre o assunto publicado no site fantastik.com.br.
O artigo destaca não apenas as características comuns entre as obras de sci-fi, mas também as diferenças entre elas e define, com maestria, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta talvez seja uma das perguntas mais dificeis de se responder, quando se trata de classificar esse gênero literário. Recentemente me deparei com um excelente artigo sobre o assunto publicado no site fantastik.com.br.<span id="more-493"></span></p>
<p>O artigo destaca não apenas as características comuns entre as obras de sci-fi, mas também as diferenças entre elas e define, com maestria, as diferentes formas de ficção científica, como Cyberpunk, Distopia e Space Opera, apenas para citar algumas.</p>
<p>Veja o artigo completo em <a href="http://fantastik.com.br/cristina-lasaitis-o-que-e-ficcao-cientifica-afinal/" target="_blank">http://www.fantastik.com.br/</a>.</p>
<p>Vale a pena conferir.</p>
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		<title>Star Wars em Star Trek</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcafaro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>

		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

		<category><![CDATA[Séries de TV]]></category>

		<category><![CDATA[Você Sabia?]]></category>

		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

		<category><![CDATA[R2-D2]]></category>

		<category><![CDATA[Star Trek: The Next Generation]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quem pense que quem gosta de Star Trek tem que odiar Star Wars, e vice-versa.
Mas os produtores de Star Trek em várias ocasiões prestaram homenagem a Star Wars e incluíram elementos da saga de Lucas na tela. Em ST:TNG (A Nova Geração), um modelo de R2-D2 foi usado para criar os detalhes da superfície do cubo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem pense que quem gosta de <em>Star Trek </em>tem que odiar <em>Star Wars</em>, e vice-versa.</p>
<p>Mas os produtores de Star Trek em várias ocasiões prestaram homenagem a <em>Star Wars </em>e incluíram elementos da saga de Lucas na tela. Em ST:TNG (<em>A Nova Geração</em>), um modelo de R2-D2 foi usado para criar os detalhes da superfície do cubo Borg. <em> </em>Em <em>Star Trek: First Contact</em>, a <em>Millenium Falcon </em>aparece e é logo vaporizada pelos Borg. Recentemente, J.J. Abrams, fã de <em>Star Wars</em>, incluiu R2-D2 como um dos destroços na cena da explosão de Vulcano. Há também quem defenda que a USS Enterprise aparece em Star Wars: Episódio I.</p>
<p>Pra que brigar?</p>
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